segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Tudo à volta, tudo baralhado...


Tudo anda à volta e ficou baralhado
o sol não levanta, recusa-se a nascer
as ondas começam na areia e vão mar a fora
a lua faz-se notar, recusando-se a dormecer...
As luzes escurecem o passeio que caminho
os sinais indicam direcção nenhuma
de muita gtente cada um sozinho
toda a razão desapareceu com a bruma...
A chuva cai em direcção ao céu
a trovoada é silenciosa e ruge do chão
durmo sem fechar os olhos, sem adormecer
não há sono ke faça sonhar, é tudo ilusão...
Um bar cheio, no entanto parece fechado
um farol que chama um barco, embora apagado
o fogo por mais que queime permanece frio
as estrelas no céu são um simples brilho...
Tudo continua à volta e ainda mais baralhado
o que permanece no escuro permanecerá apagado
o que permanece na luz será apagado e esquecido
e os sinais apenas me deixarão mais perdido...

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